Bicicletas compartilhadas de Goiânia são alternativa para otimizar o tempo e conhecer a cidade

Bicicletas compartilhadas de Goiânia são alternativa para otimizar o tempo e conhecer a cidade
Escrito por Karine Almeida no dia na categoria Cidade

O aplicativo de bicicletas compartilhadas Gyn De Bike  já opera em Goiânia desde 2016. Disponibilizando um total de 150 bicicletas, distribuídas por 15 pontos estratégicos da cidade, o Gyn De Bike é sem dúvida um bom convite para passeio e locomoção  alternativo na capital.

Ao contrário do que muitos podem pensar, esse sistema não é somente para lazer. As bicicletas podem ser um meio alternativo de transporte não poluente. Em  Goiânia, as estações de bicicletas estão localizadas em pontos estratégicos e alguns cartões postais da cidade.

Atualmente, as estações estão posicionadas para ligar os principais pontos de comércio, faculdades e alguns shoppings, ideal para quem não quer pagar passagem ou andar a pé por muito tempo. A gente foi experimentar e ver na prática como seria a utilização dessas bicicletas no dia a dia.

Como usar o aplicativo Gyn de Bike

Praça Cívica, em Goiânia, recebe uma das estações de bicicletas compartilhadas da cidade | Foto: Paula Falcão

Para conseguir alugar uma bicicleta é preciso baixar o app Gyn de Bike no smartphone.  O aplicativo vai pedir que você se registre por meio de um  endereço de e-mail.  Um link é enviado no e-mail para que em seguida os dados sejam preenchidos e a conta criada.  É necessário ter cartão de crédito.

Os passaportes para o uso das bicicletas estão disponíveis para uso diário, mensal, semestral e anual. O valor para utilizar o serviço por um dia é de 4 reais.  Para utilizar um mês, você paga 8 reais;  por seis meses,  35 reais;  e 70 reais para quem deseja usar as bicicletas por um ano.  A interface do aplicativo é simples e fácil de usar. Uma vez feito o cadastro, não é preciso ficar reconfigurando.

Otimize o tempo optando pelas bikes

Karine Almeida, do #teamaproveite, utilizou os serviços do aplicativo Gyn de bike para se deslocar em Goiânia por três meses | Foto: Paula Falcão

O tempo de uso sem taxa extra é de 60 minutos. Neste intervalo, você deve retirar a bicicleta e devolvê-la em uma estação.  Quando você se atrasa, os minutos vão acumulando e caso somem 1h, é cobrada multa de 5 reais por hora excedente. A regra vale para todos os usuários do serviço.

Pela nossa experiência usando as bicicletas compartilhadas, pagar a taxa adicional deve ser algo muito raro, pois o número de viagens é ilimitado, desde que o usuário respeite o tempo de utilização e espere 15 minutos entre uma viagem e outra. É só fazer um trajeto em menos de uma hora ou dar aquela descansada enquanto troca de bike antes de  chegar ao seu destino.  O que vale é economizar!

O funcionamento é diferente em fins de semana e feriados. O intervalo para utilizar a bicicleta sobe de 1h para 1h30.  As estações funcionam todos os dias das 6h às 22h59 para retirada de bicicleta.  Para devoluções o serviço está disponível 24h . Não é necessário devolver a bike na estação em que foi retirada.

 

Onde estão as estações e como são as bicicletas compartilhadas

Ao todo, o Gyn de Bike conta com 160 bicicletas, que estão distribuídas em 16 estações em pontos de ligação da cidade. Hoje, é possível começar o trajeto na Praça do Trabalhador, no cruzamento da Goiás com a Avenida Independência, última estação inaugurada na cidade, e pedalar até o Setor Bueno utilizando ciclovias e ciclofaixas.  A estação de número 15, correspondente ao trecho mais longo a ser feito de bike, está na rotatória da rua  S-1, embaixo do viaduto da T-63.

A bicicleta compartilhada é feita de alumínio e pesa 18 quilos, conta com três níveis de coroa numa única catraca. O assento é ajustável e bem fácil de regular a altura. As bikes são equipadas com um dispositivo chamado Dínamo. Este aparelho gera uma corrente contínua, convertendo energia mecânica em eléctrica. Assim, as pedaladas do usuário se transformam em energia para os faróis de led.

 

Nossa experiência usando bicicletas compartilhadas

Experiência de Karine Almeida, do #teamaproveite, revelou alguns problemas de atualização do aplicativo e manutenção das bicicletas compartilhadas | Foto:  Paula Falcão

Nos três meses que estamos fazendo uso do aplicativo já pude notar uma grande mudança, as estações estão ficando cada vez mais vazias, sinal de que está aumentando a procura. A nossa proposta é de otimização do tempo e economia, o trajeto que fizemos  rotineiramente sai da Praça Universitária, passa pela  Praça Cívica e vai até o Parque Vaca Brava.

Da Praça Universitária até a Praça Cívica foi super rápido. É só descida. A estação da Praça Cívica fica em frente à ciclovia da rua 10. É só atravessar na faixa e pronto! Como o trajeto até o Vaca Brava é mais longo, optamos por devolver a bike e iniciar uma nova viagem. Deu pra sentar e descansar um pouco nos bancos da praça. Até o parque foram 45 minutos entre pedaladas e tomadas de fôlego.

Trajetos longos são mais indicados para quem tem horário flexível. Para otimizar o tempo e economizar é mais proveitoso passar por caminhos onde a geografia favoreça. A grande sacada é aproveitar as descidas! Como a cidade ainda não tem muitas ciclovias, é preciso ter cuidado e respeitar o espaço de cada um no trânsito.

As estações estão em pontos estratégicos, o que facilita o uso para o dia a dia. Parou de usar a bike? É só devolver na estação mais próxima. Outra boa dica é conferir se  há algumas bicicleta disponível.

A manutenção deixa a desejar.  Algumas bicicletas estão com a buzina estragada e o freio ruim, o que pode causar acidentes. Já o aplicativo dá algumas travadas.  É preciso ficar atento na hora de comprar o passe, porque o app pode travar e obrigara o usuário a refazer a operação.

Para otimizar o tempo é preciso calcular a distância e escolher o trajeto. Nós usamos o Google Maps. É importante lembrar que o caminho mais curto nem sempre é o mais rápido e usando GPS dá pra ver se a rota que você pretende fazer tem ciclovia.

 

Números e localização das estações

Prontos para pedalar? Depois de instalar o app Gyn de Bike e escolher  é só procurar uma das estações, escolher o pacote, pegar a bicicleta e sair  por aí | Foto:  Paula Falcão

 

  1. Paranaíba: Canteiro central da Avenida Goiás, próximo ao Mercado Aberto da Paranaíba, esquina com a Avenida Paranaíba
  2. Bandeirante: Canteiro central da Avenida Goiás, em frente ao Monumento Bandeirante, esquina com a Avenida Anhanguera
  3. Praça Universitária: Estacionamento no anel interno da Praça Universitária, próximo ao Museu da Pontifícia Universidade Católica de Goiás – esquina com a Avenida Universitária
  4. Praça Cívica: Em frente ao Museu de Arte de Goiânia, esquina com a Avenida Universitária
  5. Buritis: Alameda Buritis, em frente ao Bosque dos Buritis, esquina com a Rua Gercina Borges
  6. Praça Tamandaré: Rua 7, oposto ao Banco Bradesco, esquina com a Avenida Assis Chateaubriand
  7. Lago das Rosas: Avenida Assis Chateaubriand, no canteiro central, oposto ao Posto Ipiranga, esquina com a Rua T-7
  8. Unimed: Rua T-7, na Praça Gilson Alves de Souza, esquina com a Rua T-01
  9. Praça do Sol: Rua R-9, na Praça do Sol, oposto ao Cartório Índio Artiaga, esquina com a Rua João de Abreu
  10. Bougainville: Rua 9, em frente ao Shopping Bougainville, esquina com a Rua 36
  11. Marista: Rua 15, oposto ao Centro de Diagnóstico em Radiologia, esquina com a Rua T-55
  12. Areião: Avenida Americano do Brasil, em frente ao Parque Areião, esquina com a Rua 135
  13. Ricardo Paranhos: Canteiro central da Alameda Ricardo Paranhos, oposto ao Restaurante Paim Grill, esquina com a Rua 1128
  14. Vaca Brava: Parque Vaca Brava, na Avenida T-03, oposto à Galeria Pátio do Lago, esquina com a Avenida T-10
  15. T-63: Rotatória da S-01, embaixo do Viaduto João Alves de Queiroz, próximo ao Posto Ale, esquina com a T-63
  16.  Praça do Trabalhador:  no Cruzamento das avenidas Goiás e Independência.

Confira o mapa das estações clicando AQUI!

 

 

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