Passeio pela Praça Universitária, em Goiânia: quando a arte sobressai aos problemas

Passeio pela Praça Universitária, em Goiânia: quando a arte sobressai aos problemas
Escrito por Karine Almeida no dia na categoria Cidade

Esculturas em bronze, argila e concreto compõem um museu a céu aberto em Goiânia. Você já parou para observar as obras de arte da Praça Universitária?  O espaço, que é ponto de encontro de estudantes e trabalhadores, abriga um do maiores exposições ao ar livre  da América Latina, além do Palácio da Cultura e diversas lanchonetes. É uma opção de lazer  gratuita e um cartão postal da capital.

A Praça Universitária, que na verdade se chama Praça Honestino Guimarães,  foi projetada na década de 1930 por Attilio Corrêa Lima, mas sua construção se deu tardiamente, apenas em 1969. Em uma terça-feira à tarde, o #aproveiteacidade explorou as possibilidades que o lugar oferece, por meio de registros fotográficos que você pode conferir abaixo!

A Praça Universitária está cheia de intervenções de arte urbana, como os grafites, que contrastam com esculturas e enriquecem a vertente artística do espaço. Mesmo assim, há problemas escancarados, como o andar superior do Palácio da Cultura. Sem funcionalidade definida, parecia servir de abrigo para pessoas em situação de rua, por conta de papelões, peças de roupa no chão e o odor de urina. Algumas esculturas também demandavam reparos.

Ainda assim, a proposta é aproveitar ao máximo o local, que exalta o trabalho de artistas goianos. Aliás, como reivindicar melhorias sem conhecer? Dá para fotografar, estudar, descansar sob a sombra das árvores, ler um livro ou até mesmo pegar um emprestado. É que no Palácio da Cultura (no térreo) funciona uma biblioteca pública. Ou seja, basta se cadastrar para ter acesso ao acervo.

Aproveite a seleção de fotos da Praça Universitária!

Escultura Camponês, na Praça Universitária,  foi feita em concreto pelo artista José Loures. O trabalhador do campo retratado na obra sinaliza reflexão | Foto: Paula Falcão

Painel de grafite na parte de cima do Palácio da Cultura, na Praça Universitária. O espaço está inutilizado, mas a vista de lá é maravilhosa  | Foto:  Karine Almeida

Entrada do Palácio da Cultura. Atualmente, uma  biblioteca pública ocupa a parte térrea do imóvel. Assim, a utilização do espaço é livre para o público e para fazer empréstimos do acervo é só se cadastrar   | Foto:  Karine Almeida

Obra Os Dedos de Deus, de Hélio Miranda. É uma das esculturas mais conhecidas da praça. Dedos em cobre estão pichados. Em 2016, dois dedos foram furtados e posteriormente encontrados | Foto: Paula Falcão

Palácio da Cultura tem paredes nas laterais que se transformaram em painéis para grafites. Painés agregam beleza aos espaços| Foto:  Karine Almeida

Vista da lateral do Palácio da Cultura. Dá para apreciar a arquitetura, a sombra e os grafites | Foto:  Karine Almeida

Nem só de apreciar as esculturas vive o visitante da Praça Universitária. Diversos grafites chamam atenção e dão um colorido diferente para a paisagem | Foto:  Karine Almeida

Obra Movimento das Tartarugas, de Américo Souza Neto. Painel deixa entrada do Palácio mais interessante e vale a pena parar e apreciar. As tartarugas têm tamanhos diferentes | Foto:  Karine Almeida

Obra Vênus 2000, de Julio Valente. Exposta e próxima à rua, pode ser apreciada até  porque quem está passando de carro pela Praça Universitária | Foto:  Karine Almeida

Vista dos fundos do Palácio da Cultura. Visitantes aproveitam para descansar em cima dos monumentos | Foto:  Karine Almeida

O interessante desta escultura é rodeá-la pra apreciar. Cada lado das casinhas tem um desenho diferente | Foto:  Karine Almeida

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